Casos

O que o instrumento enxerga

Casos reais, anonimizados. Nomes de empresa, bandeira e praça não são divulgados em nenhuma hipótese.

Caso 1

Grupo de concessionárias, oito unidades

A reputação, por fora

O que as ferramentas relatavam

56 reclamações formais em portal público, sobre o grupo inteiro. Elas não descem à loja: quem reclama fala da bandeira, não da unidade. Concentradas em pós-venda e oficina.

A relação, por dentro

O que o PDPA viu

950 avaliações públicas nas oito unidades, muito desiguais — uma acumula 403, outra tem 9. Onde dói é a Parceria: quando algo dá errado, o cliente não sente a empresa do lado dele. Mas o que trava primeiro é a Precisão, a distância entre a promessa feita na venda e a entrega. Esse é um achado que ninguém conseguia ver e nenhuma ferramenta tradicional consegue captar.

A consequência

A fila de investimento deveria começar na venda. Não é onde o volume aponta, e não é onde o orçamento estava.

O que o caso revelou sobre o instrumento

São duas populações diferentes, não duas medições da mesma coisa. Quem abre reclamação formal já tentou resolver e falhou. Quem foi mal recebido não abre chamado, registra depois. É na segunda população que a relação se revela — e é ali que ninguém está olhando.

Caso 2

A vitrine, medida

Consultamos os três principais modelos de IA generativa sobre cada unidade do mesmo grupo. As marcas das montadoras são descritas com precisão. O operador por trás delas não aparece em nenhuma resposta. Nas unidades que levam o nome do grupo, um modelo admite não conhecer, outro devolve resposta vazia, o terceiro atribui a loja a um concorrente.

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destinos alternativos recomendados ao cliente insatisfeito pelos três modelos. Nenhum deles era o próprio grupo.

Consulta realizada em setembro de 2026.

O que o instrumento enxergaria na sua operação?